Jornalismo no blog

21 06 2007

Ter um blog ou saber mexer com essa ferramenta tornou-se indispensável para os profissionais do jornalismo no início deste século. O diário virtual traz consigo um novo olhar sobre a comunicação. Qualquer pessoa pode publicar na internet seus textos, suas charges ou simplesmente expressar sua opinião.

Pensando nisso surgiu a idéia desse blog, que foi construído para a disciplina de Redação Jornalística IV ministrada pela professora Laura Seligman na Universidade do Vale do Itajaí (Univali). Para unir o útil ao agradável tivemos que postar os diferentes tipos de textos que aprendemos em sala de aula, durante todo o semestre. Aplicamos aqui os conceitos do Jornalismo Opinativo e escrevemos editorial, artigo, crônica, resenha cultural, comentário, coluna e charge. Os conceitos aprendidos nas aulas serão agora, colocados em prática por meio desta ferramenta virtual.

Depois de algum tempo, a universidade percebeu que o blog pode ser, e realmente é, um meio didático. Um ambiente muito importante para aprendizagem, e mais ainda na comunicação. Além disso, a disciplina ofereceu aos acadêmicos que não tinham contato com esse meio digital a oportunidade de conhecerem melhor esse universo, explorar ainda mais o jornalismo e incentivá-los.

Que essa iniciativa seja feita em outras disciplinas do curso, que precisam demonstrar esse como um futuro segmento do Jornalismo.





No clima do arraiá…

21 06 2007

Premiação de Música da Revista Mojo.

Foto: Damon Albarn ficou com o Melhor Álbum, com The Good, The Bad And The Queen

 

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Absolutamente tudo sobre o Festival Internacional de Publicidade de Cannes

21 06 2007

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  • Começou, no último domingo, a 54ª edição do Festival Internacional de Publicidade de Cannes. O evento tem como objetivo avaliar o melhor da indústria publicitária do último ano, ou seja, de julho de 2006 até junho de 2007. Neste ano foram inscritos 25.660 trabalhos nas nove categorias que concorrem à premiação. A extimativa é que mais de 11 mil pessoas passem pelo Palais des Festivals na Riviera Francesa até o próximo dia 23.

  • Qualquer semelhança com o Festival de Cinema de Cannes não é mera coincidência. Na verdade, o Festival de Cinema foi o grande inspirador para a criação do de Publicidade, uma vez que ambos acontece no mesmo lugar. Para diferenciar um do outro, o de Publicidade adotou o nome de Cannes Lions. Há quem diga que o festival é uma celebração a criatividade!

  • O Brasil é um dos países participantes mais ativos de Cannes. Isso mesmo, este ano ele ficou em terceiro lugar, com um total de 2.310 trabalhos inscritos. Perdendo apenas para os Estados Unidos e para a Alemanha. Vale ressaltar que o Brasil tem trabalhos concorrendo em todas as categorias do festival. Estão concorrendo no festival 95 empresas brasileiras entre agências de publicidades, produtoras de som e imagem gráficas e empresas de relações públicas.

  • Os trabalhos inscritos no Festival são analisados por 192 jurados de 80 países. Os concorrentes disputam Leões de Ouro, Prata e Bronze. Ser premiado em Cannes é sinônimo de bons negócios, uma vez que o festival é considerado uma das vitrines mais eficientes do mundo da publicidade. Geraldo Rocha Azevedo, Celso Loducca, Mariana Sá e Ângelo Frazão Neto são alguns dos nove jurados brasileiros que participam de Cannes.

  • O Festival de Cannes de Publicidade se divide em nove categorias diferentes. São elas: Filmes – comerciais para televisão e cinema (Films), Anúncios Impressos (Press), Anúncios em Outdoor (Outdoor), Marketing Direto (Direct Lions), Planejamento de Mídia (Media Lions), Campanhas para Internet (Cyber), Anúncios para Rádio (Radio), Comunicação Integrada (Titanium and Integrated Lions) e Promoção de Vendas (Promo Lions). Existe, também, uma categoria especial, cujo objetivo é premiar jovens talentos da publicidade, é ela a Young Creatives.

  • O desempenho do Brasil em Cannes está sendo ótimo este ano. Por enquanto já são 28 Leões para o nosso país, somente ontem foram 16 prêmios. Contudo esse número ainda pode aumentar, pois ainda faltam as premiações de duas categorias. Mas já podemos comemorar com os seis Leões de Ouro, quatro de Prata e 18 de Bronze!




É o nosso Brasil…

21 06 2007

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Pra onde vai?

21 06 2007

Um trecho da música Pra onde vai?

Gabriel Pensador

Composição: Gabriel O Pensador / Lulu Santos

“Por quê um jovem que vivia sorridente perde a sua vida assim tão de repente?
Logo um cara que adorava viver

Realmente é impossível entender

Nenhuma resposta vai ser capaz de trazer de novo a paz à família do rapaz

Nunca mais suas vidas serão como antes

E eles olham o seu retrato na estante

Aquele brilho no olhar e o jeitão de criança

Agora não passam de uma lembrança

E a esperança de que ele esteja bem, seja onde for,

Não diminui o vazio que ele deixou

É insuportável quando chega o seu aniversário

E as suas roupas no armário parecem esperar que ele volte de surpresa
Pra ocupar o seu lugar vazio à mesa

A tristeza às vezes é tão forte que é mais fácil fingir que não houve morte

Porque sempre que ele chega pra matar as saudades

Ele vem com aquela cara de felicidade

Alegrando os sonhos e querendo dizer que a sua alma nunca vai

envelhecer
E que sofrer não é a solução

É melhor manter acesa uma chama no coração

E a certeza na mente de que um dia se encontrarão novamente.”

 





Por que Perder?

21 06 2007

O ser humano definitivamente não sabe perder, seja um jogo, um dinheiro, um emprego, a confiança, uma paixão, uma pessoa. O sentimento de perda carrega consigo a idéia de pessimismo e negativismo. Em suma, perder é ruim, faz mal. Claro, cada caso é um caso, mas dependendo do tamanho da ferida, demora mais a cicatrização.

Quando menos se espera, acontece, assim de supetão e pega a gente de surpresa. E de repente aquilo que mais gostávamos, que já tínhamos nos acostumado, vai embora para sempre. Saber que estamos perdendo algo ou alguém, dói. O coração aperta, fica quase esmagado, dá um nó na garganta, as lágrimas lavam o rosto até não terem mais força pra escorrerem, esquecemos de comer e de dormir, sentimos enjôo. Os minutos seguintes são os que mais doem, é quando a saudade vem e insiste em ficar. O sofrimento que nos causa é inexplicável.

Perder realmente dói, o sofrimento é inevitável. Por mais que tenhamos amigos e parentes para compartilhar a dor, ninguém sabe o que se passa no seu coração e nos seus pensamentos. É difícil encontrar palavras de consolo, alguns até sentem-se desconfortáveis e abalados por não conseguirem encontrar os termos adequados para confortar alguém.

O luto e a dor são conseqüências naturais, é quando nos lembramos carinhosamente de todas as coisas boas, imagens engraçadas daquele que se foi, e ao mesmo tempo, é quando nos arrependemos de tantas outras coisas. O cético fica ainda mais desacreditado; o que crê, passa a ter mais fé.

O apoio dos outros é importante, contudo é passageiro e relativo. Por maior que seja a preocupação e a atenção, somente o indivíduo é capaz de mudar e enfrentar a perda. Lá no fundo, no nosso interior que ela se esconde: a força. Encontrá-la e saber usá-la é determinante para lidar com a perda. Alguns buscam nela algo em que se apoiar firmemente, decidido a querer se ajudar; outros preferem nem procurá-la e encarar a perda como uma injustiça, muitas vezes, divina.

Por algum tempo a incompreensão toma conta dos nossos sentimentos. Ninguém quer acreditar ou aceitar que aquilo que tínhamos todos os dias, mesmo que nem sempre o visse, mas que soubesse que estava logo ali, já não está mais. Por algum tempo, acordaremos todos os dias e perguntaremos: Por quê? Por que ele? Por que desse jeito? Por que não eu? Algumas vezes você vai esquecer que agora não somos mais quatro, somos somente três, vazio desse jeito.

E daí que nasce e cresce a força, aquela que você vai procurar e que vai amenizar, dia após dia a sua dor. É lá que você vai encontrar a sua coragem e bravura que vão te fazer aos poucos, superar. Mesmo pequenos e jovens, podemos ser grandes e maduros; e muitas vezes teremos que ser.

E um dia você vai entender que a vida vale a pena, mesmo quando tudo perde a graça, parece perdido, quando o mundo cai sobre as nossas cabeças e quando nos é tirada aquela última esperança que nos restava.

*Homenagem à David Waltrick Pinto





O eterno ogro brasileiro

21 06 2007

Dessa vez, o Bussunda não dublará Shrek. A voz do ogro será feito por um dublador profissional. Mas, Shrek deixa aqui sua homenagem.

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Beleza não é fundamental

21 06 2007

Shrek Terceiro (Shrek The Third – Dreamworks Animation) já está em todos os cinemas do país e, mais uma vez, arranca gargalhadas da platéia. Divertido e irônico, o filme está agradando crianças e adultos. Mas se você, assim como eu, pensou que o nome Shrek Terceiro fosse pelo fato desse ser o terceiro filme protagonizado pelo ogro, está enganado. O título do longa-metragem serve para designar o nome de Nobre do Shrek.

O Rei Harold, pai de Fiona, sofre um feitiço e vira sapo. Assim, Shrek tem que assumir o trono. Mas o casal de ogros não gosta muito de idéia. Eles querem mesmo é curtir a vida, fazer festa e viver no pântano, sem contar que o Shrek não leva o menor jeito com o dia-a-dia monárquico. Então, decidem ir de atrás do próximo sucessor: Atier, que, mais tarde, poderá ser o Rei Arthur.

Shrek, Burro e Gato-de-Botas embarcam nessa aventura, e vão procurar Atier. Enquanto Fiona toma conta do castelo e do reino Tão, Tão Distante. Mas esse não será o único desafio do casal de ogros. Fiona descobre que está grávida, o que deixa Shrek desorientado. Sem saber se vai conseguir ser um bom pai, o ogro começa a ter pesadelos terríveis e muitas preocupações.

Para o desespero de todos, o reino Tão, Tão Distante sofre um golpe de estado. O Príncipe Encantado, que nos filmes anteriores lutara pelo amor de Fiona, dessa vez vai lutar para se tornar o dono do trono do reino. E para piorar ainda mais a situação, todos os vilões dos contos de fadas viram comparsas do Príncipe.

O filme trás uma lição bem clara: devemos confiar em nós mesmos e não nos importarmos com o que os outros falam. Mas, em segundo plano, Shrek Terceiro trás uma severa crítica à sociedade moderna, indo contra aos cultos e aos padrões de beleza atual. E não é só por trazer no papel principal, ogros verdes, gordos e feios. Nesse terceiro filme da animação, personagens de contos de fadas convivem com problemas da nossa sociedade. A Cinderela sofre de transtorno obsessivo compulsivo, a Bela Adormecida tem a doença do sono e bota todo o reino para dormir. Pinochio é um travesti enrustido, enquanto a Branca de Neve e a Rapunzel são inimigas e se dividem entre o narcisismo e a inveja da riqueza alheia. Dessa forma, garante o tom de comédia e mostra que beleza não é fundamental.

Vale a pena assistir o filme. Com certeza você vai dar boas risadas conferindo quem vai se tornar rei e se os ogros vão conseguir ser bons pais.





O caminho da Tocha

21 06 2007

Alguma coisa vai passar por Balneário Camboriú no dia 2 de julho

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Vaidade esportiva custa caro

21 06 2007

Balneário camboriú vai receber a Tocha Pan-Americana Rio 2007 no dia 2 de julho. A recepção acontecerá na Praça Bruno Nitz, na Avenida Central, às 15 horas. A Tocha será conduzida por 30 pessoas, num percurso de doze quilômetros. O caminho que a chama irá percorrer já está definido, todos já estão convidados para acompanhar de perto o trajeto e a cidade inteira está em festa.

Mas, eu tenho uma pergunta: alguém sabe quanto Balneário Camboriú vai ter que pagar para a Tocha passar por aqui? Isso mesmo, nossa querida e bela cidade teve que pagar por isso, e cá entre nós, não foi pouco. O que mais me intriga é que isso não foi divulgado pelos meios de comunicação aqui da região. Logo, muitos desconhecem esse fato. Procura daqui, remexe de lá, acabei encontrando um pequeno material que fala sobre esse custo, nada muito exato, mas dá para ter uma base.

Vamos lá: o trajeto de revezamento da tocha envolve 51 localidades, entre capitais e cidades com representatividade econômica, histórica ou turística. Segundo o Comitê Organizador dos Jogos Pan-americanos Rio 2007 (CO-Rio) o projeto custa R$ 10 milhões e está sendo pago pelo governo federal e por um patrocinador privado. Mesmo assim, os custos locais foram repassados para as cidades anfitriãs através de uma taxa de adesão, que podia chegar até R$ 56 mil.

Alguns municípios, como São Bernardo do Campo (SP) e Cabo Frio (RJ), abriram mão de receber a Tocha e admitiram não ter dinheiro para isso. Já a prefeitura de Porto Alegre reclamou dos gastos, que chegariam perto dos R$ 100 mil; O governo gaúcho achou por bem intervir e baixou para R$ 7 mil.

Ainda não descobri quanto Balneário Camboriú vai gastar no total, mas, pelos burburinhos que tenho escutado, vai ser algo em torno de R$ 170 mil. Eu acho que é muita grana para uma simples ostentação. Prefiro acreditar que exista realmente um bom motivo que justifique esse gasto absurdo. Que seja mais do que vaidade esportiva ou visibilidade através da mídia nacional, como está parecendo, infelizmente. E para encerrar, torço para que não se faça política com a chama dos jogos e espero não ver políticos figurões conduzindo a Tocha.








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